sexta-feira, 14 de abril de 2017

Resenhas do Cris (Abril 2017).







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Sinópse:

 

Alice é roadie da Mell's Angels, uma banda de rock iniciante, cuja estrela é sua irmã mais velha. Humilhada constantemente pelos integrantes, sua situação piora quando descobre que eles venderam sua alma em troca de sucesso imediato. Lançada no submundo, enquanto a banda desponta para o estrelato, Alice inicia uma louca jornada através dos perigos, descobertas, desafios, e - por que não? – encantos de um inferno totalmente rock and roll, governado por um Príncipe das Trevas que talvez nem seja tão terrível assim.


Resenha:


Estou completamente sem palavras para expressar o quanto estou apaixonada por esse livro. Os autores conseguiram me prender do começo ao fim de uma forma surpreendente e isso foi extremamente chocante para mim.

Alice Black é uma bela moça de longos cabelos, que trabalhava como ‘’Roadie” na banda da sua irmã, Melissa Black, sendo humilhada constantemente pela sua irmã e pela banda da mesma, Alice começa a ‘’fingir ‘’ que aquilo não a atingia mais.


-Finalmente,ela cedeu e encaixou a sua, completando o cumprimento. Naquele instante, era como se ela espalmasse a sua mão contra a chama de uma fogueira, após caminhar pro uma vida inteira em meio de puro gelo. 

Após o maior show feito pela banda a ‘’ Roadie ‘’ ela recebe uma carta para ser entregue a sua irmã, carta essa que mudou completamente o rumo da sua vida.

-Não vê que estou aqui lutando para dizer que você Alice Black é o pagamento?o meu pagamento!
-Que história é essa? Não sou pagamento nenhum! Que direito você tem de me manter pressa aqui?

E a vida de Alice muda muito a partir dali, ela acaba se tornando uma mulher forte e descobre sentimentos nunca antes sentidos por ela.
 
 

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Um livro perfeito para quem é fã da música e do rock, ação,  decepções e muito romance envolvido.
E acho que nunca vou me cansar de dizer que temos magníficos livros nacionais esperando você para aprecia-los.

Um livro maravilhoso, escrito por um casal,sem duvida nenhuma Alice Black- Princesinha do inferno vai entrar para a minha lista de favoritos, se você quiser embarcar nessa aventura, eu super recomendo.
 




Links do Cris:



 
 




quinta-feira, 13 de abril de 2017

Coluna da Nanda (Abril 2017).


“Quando a tristeza não passa...”


 
 
 
 
 
 
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Essa tristeza que me aperta o peito, de tal forma, me causando angústia e um vazio enorme.
“Tem momentos em que tamanha tristeza se aproxima de mim, insistindo em me fazer companhia.”
Mas tenho tudo o que quero, estou cercado por pessoas alegres, como posso me sentir triste?
Por inúmeras vezes me questiono, me culpo pelo simples fato de eu não estar vivendo como “deveria....”
Mas existe ao certo uma maneira esperada e correta para se viver?
Talvez não, mas isso não me daria o direito de ser ingrato com a minha vida, minhas conquistas, meus amigos. “Por isso me culpo e devo me punir, quando sentir-me triste novamente....”
Calma! Apenas respire, feche seus olhos, já experimentou não pensar em nada ou simplesmente não fazer nada?
Esse momento é seu, é único, experiencie, sem pré- julgamentos ou rotulações, não há nada de errado em assumir suas emoções, sentir-se triste é normal, a tristeza muitas vezes está aliada ao aprendizado, a novas concepções, é preciso vivenciá-la sem tantas restrições ou resistências...
“Alegria ou tristeza não está ligada a coisas materiais, é algo mais profundo e interno, para isso é necessário fazer questionamentos, olhar para si e valorizar seus sentimentos, talvez esse seja um dos caminhos para chegar a uma conclusão e desvendar o que lhe angustia.”
Sentir tristeza é normal, considerada até importante, pois ajuda na elaboração das perdas, ou sofrimentos ocasionais, todas as pessoas estão sujeitas a tristeza. Trata-se das ausências de satisfação pessoal, quando a pessoa se depara com sua fragilidade.
No entanto se a tristeza não passa, e começam a surgir sentimentos de desesperança, falta de perspectivas ou prazer pela vida, neste caso o indivíduo pode estar sofrendo de depressão.
A depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o humor da pessoa, deixando-a em um estado considerável de pessimismo, baixa autoestima e tristeza por um longo período.
É importante ressaltar que a quantidade e a intensidade dos sintomas apresentados pela pessoa depressiva variam, a depender do grau da depressão.
A depressão tem cura, contudo é importante lembrar que o diagnóstico precoce, pode contribuir no avanço positivo da patologia.
O acompanhamento psicológico não exclui o tratamento médico, exceto quando à depressão se encontra em um grau leve e a pessoa junto ao psicoterapeuta consegue progredir na psicoterapia sem a intervenção medicamentosa.
 
A partir disso:
“Antes de julgar, pergunte, seja solidário, a tristeza ou ainda a depressão apresentam características bastante consideráveis e não devem ser confundida com “preguiça.”
Muitas vezes a pessoa necessita de um tratamento psicológico e psiquiátrico, porém quando a mesma se sente acolhida, seja no ambiente familiar ou de trabalho, a probabilidade de obter um avanço positivo mais rápido em seu tratamento é ainda maior.



Arquivo pessoal.





Fernanda (Nanda), é psicóloga formada pela universidade paulista. Sua paixão pela psicologia se despertou ainda na adolescência, tentou seguir outros caminhos, mas a psicologia sempre a acompanhou, pois tinha e ainda tem a curiosidade de estudar e se aprofundar cada vez mais no estudo do comportamento humano e consequentemente no bem estar psicológico.
 É adepta á prática meditativa e ao yoga, pois acredita que a saúde e o bem-estar se inicia internamente, à partir do momento em que você decide ser o protagonista de sua vida.


Por fim, é uma amante de gatos declarada, já chegou a ter mais de 10 gatos, atualmente vive com um casal de gatos “Mingau e Manuella”, mas que segundo ela planeja ainda ter mais e mais felinos enquanto viver.
 
 
 
 
 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Contos ufilógicos II

Abdução?

 
 
 
 
 
 
 
 


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Acordou com febre naquela manhã, mas como filho mais velho tinha de cumprir sua obrigação de levar o almoço do pai em seu local de trabalho. Os tempos eram outros e as dificuldades da vida não permitiam fraquezas. Estar em estado febril era apenas um pequeno detalhe.
A mãe preparou a marmita e enrolou em um pano de copa de algodão cru e de uma tonalidade muito branca, colocou dentro de uma sacola de plástico e entregou para ele. Beijou seu rosto com carinho e ficou em pé, no parapeito da porta observado, enquanto ele se distanciava.
Francisco tinha por volta de quatorze anos, franzino e usava um par de óculos pesados, devido o seu alto grau de miopia.
“Não vai dar tempo de chegar”. – Pensou aflito.
O sinal sonoro da usina tocou ao longe e ele pode perceber que já era meio dia, assim que pegou a estrada de terra que o levaria até seu destino. Apressou os passos. O pai deveria estar com fome, afinal saíra cedo de casa para a labuta diária.
Sentiu uma onda de calor percorrer seu corpo, daquelas que as febres trazem como sintomas. Diante de seus olhos um clarão enorme. Na sequencia, uma pequena bolha de vidro desceu diante de seus olhos.
“Delírios de minha febre”. – Imaginou com o coração acelerado.
Começou a andar mais depressa, porém, uma voz feminina e conhecida o chamou pelo nome, olhou para trás tentando reconhecer quem era.
- Entra! Te dou uma carona! – Disse a voz.
O garoto não teve tempo de pensar no que realmente estava acontecendo, entrou no veículo guiado pela voz conhecida. A paisagem passou diante de seus olhos na velocidade da luz. As vistas escureceram.
O pai o abraçou e agradeceu pelo almoço. Francisco não entendeu como havia chegado até ali tão rápido, do jeito que estava andando na estrada só chegaria ao seu destino em meia hora no máximo. Porém, gastara exatamente um minuto. Do ponto onde lhe ofereceram carona até aquele momento diante de seu pai.
- Está tudo bem? – Perguntou seu progenitor.
- Sim, só estou com um pouco de febre. – Respondeu atordoado.
- Então volte pra casa.
Abraçou o homem mais uma vez e saiu na direção da estrada.
Ficou o dia inteiro em silêncio, deitado na rede e indisposto. A mãe acreditava que era apenas por causa da febre. Mas, como contaria para ela o que havia acontecido em seu trajeto até o trabalho do pai. Uma luz, um transporte em forma de bolha, uma voz conhecida, o tempo que chegara ao seu destino. Por certo, ela o tomaria por louco, ou creditaria aquela história ao seu estado de saúde. Fechou os olhos e adormeceu.
Três horas depois acordou com uma ideia fixa na cabeça. Pegou um pequeno pedaço de lápis e começou a esboçar alguns desenhos em um caderno usado que possuía algumas folhas vazias. Rabiscou alguns traços, que no final do resultado, ele mesmo achou estranho. Pareciam plantas externas e internas de uma espécie de nave espacial. O coração bateu forte e ele lembrou-se dos homens prateados que vira em seus sonhos enquanto estava dormindo naquela rede.
 
 
 
Ricardo Netto é administrador desse Blog.
Escritor do Livro: Os senhores das sombras - O legado de Lilith.
Criador e revisor da websérie: Depois do Paraíso.
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 1 de abril de 2017

Falando com Cathia D. Gaya

Cathia D. Gaya









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Tive o prazer de conhecer pessoalmente a Cathia, no dia em que fui conhecer os bastidores da Rede Brasil, em especial no Programa "A Tarde é Show", da Nani Venâncio. Como telespectador assíduo do programa já era admirador do trabalho dela. Depois de alguns contatos nas redes sociais combinamos essa incrível entrevista para o Blog.
 
 
 
 
 
Arquivo pessoal.
 
 
 
 
 
Ricardo Netto - Fale sobre você.
Cathia D. Gaya – Sou uma pessoa de bem com a vida. Vivo a espiritualidade e tudo o que a envolve de forma positiva e direcionada ao bem e ao próximo. Busco a harmonia nas pequenas ações e vivo em paz e na simplicidade. Direciono o autoconhecimento para ajudar o próximo e melhorar minha vida. Já mudei meus pontos de vistas sempre que acessei novos conhecimentos e formas diferenciadas de analisar uma questão. Gosto de mudar, e as transformações são bem vindas. Acredito na vida, no amor  e na gratidão.
 
Ricardo Netto - Quando você percebeu que possuía essa conexão com o mundo espiritual?
Cathia D. Gaya – Desde a minha infância, aos sete anos incompletos quando passei por uma experiência que fez minha família buscar uma espiritualidade para uma orientação e cura espiritual de uma doença que se manifestou nessa minha idade. Daí me envolvi energeticamente e ao longo do tempo busquei me educar dentro dos assuntos espirituais. Minha mediunidade aflorou muito precocemente e busquei estudar para entender a sua prática de forma equilibrada e ética.
 
Ricardo Netto - Dons espirituais são reservados para pessoas escolhidas?
Cathia D. Gaya – De forma alguma, dons todos nós temos e cabe a cada um buscar se autoconhecer para desenvolvê-los em prol e melhoria de sua própria vida e assim evoluir e também a do próximo. Ninguém é especial, somos seres em evolução. Quem pensa que é especial por ser dotado de dons é um equivocado e movido por ego.
 
Ricardo Netto - Qual o seguimento espiritual que mais se adéqua à sua energia pessoal?
Cathia D. Gaya – Sou universalista com práticas espiritualistas.
 
Ricardo Netto - Que tipo de conexão com o universo existe quando você faz uma leitura de tarô?
Cathia D. Gaya – Todo Oráculo é sagrado e tem sua egregora de sustenção no Universo e no plano astral superior. Cada qual em seu momento se manifesta quando trabalho com eles no dia-a-dia nas orientações.
 
 
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Ricardo Netto - Quando você está atendendo alguém, a energia da pessoa interfere no resultado da leitura?
Cathia D. Gaya – Uma questão bem interessante aqui, pois à partir do momento que trabalho no mapeamento energético do consulente, as energias dele são manifestadas através das conexões apresentadas. Nunca me senti influenciada pelos pensamentos e atitudes, até a própria ansiedade que a maioria apresenta.
 
Ricardo Netto - Já sentiu algum tipo de bloqueio ao atender um cliente?
Cathia D. Gaya – Até o presente momento não. Algumas dificuldades poderão ocorrer quando os mesmos têm atitudes desequilibradas dentro da consulta ou manifestam algum tipo de desacordo quanto a resposta.
Ricardo Netto - Como foi participar do programa “O melhor paranormal do Brasil”, no Domingo Legal do SBT?
Cathia D. Gaya – Os Paranormais, apresentado pelo Celso Portiolli no SBT, foi um presente para mim. Me senti feliz em participar do primeiro reallity brasileiro sobre paranormalidade e poder mostrar meu trabalho. Quando fui convidada para participar do projeto pensei: Essa é a oportunidade para demonstrar que existem profissionais sérios e capacitados na área metafísica e mística. Paranormalidade não é religião. Pudemos sim desmistificar muitas coisas ao longo do programa. Foi um divisor de águas para todos os bons profissionais.

 
 
 
 
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Ricardo Netto - Quais foram as reias e maiores dificuldades que você enfrentou no programa?
Cathia D. Gaya – As dificuldades foram em todas as provas, pois não é habitual em nossos consultórios e consultas, testes, provas e outras situações que vivenciamos no reallity. Então, descobri muitos potenciais e dons que não havia desenvolvido.
 
Ricardo Netto - Você apresenta um quadro no Programa “A Tarde é Show”, da apresentadora Nani Venâncio. Como é ler cartas e responder perguntas de pessoas que não estão fisicamente presentes?
Cathia D. Gaya – Eu participo desse quadro holístico há nove anos no programa: “A tarde é show”, com a querida Nani Venâncio e não encontro nenhuma dificuldade, pois energias são captadas de diversas formas e para estar lá me preparo e estou sempre receptiva para as necessidades do telespectador e internautas. É muito bom orientar pessoas e levar assim uma palavra de conforto e verdade. Sou muito grata.
 
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Ricardo Netto - Na sua opinião, o que é Karma?
Cathia D. Gaya – Eu acredito na lei de causa e efeito. O Karma vem de algumas religiões que falam de reflexos de sofrimentos e adversidades. Não apregoo isso e não vivencio nada parecido. Essa palavra é muito colocada pelos consulentes quando as coisas não vão bem em suas vidas. Mas precisamos entender que temos responsabilidades por tudo que fazemos, sentimos e pensamos. Daí, nem tudo é Karma ou espírito.
 
Ricardo Netto - O signo de Cathia é?
Cathia D. Gaya – Aquário.
 
Ricardo Netto - Um elemento da natureza que movimenta sua vida?
Cathia D. Gaya – Elemento Terra, amo a natureza e todos os seres vivos.
 
Ricardo Netto - Motivação é?
Cathia D. Gaya – Ação e movimento pró-ativo. O que me motiva é o trabalho.
 
Ricardo Netto - O universo é?
Cathia D. Gaya – Mágico e Infinito.
 
Ricardo Netto - Uma pessoa ou personalidade.
Cathia D. Gaya – Meu pai, meu exemplo de simplicidade e honestidade. Gosto do que é real e verdadeiro.
 
Ricardo Netto - Uma frase.
Cathia D. Gaya – “A mente infinita é minha fonte real”. “Eu sou ilimitada porque Deus é ilimitado”.
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Redes Sociais e Sites da entrevistada:
 
 
 
http://www.youtube.com/soldegaya




Instagram: @cathiadgaya


Facebook: @cathiadgaya (página)
 
 
 

Postagem em destaque

Trecho do livro: Os senhores das Sombras - O legado de Lilith.

Capítulo Um   Enzo   Ouvia vozes distantes e desconhecidas, sua consciência não permitia entender o que acontecia à sua volta....